domingo, 22 de janeiro de 2012

Os Descendentes


Na semana passada, vi a apresentação do filme do Clooney.
Achei que era "mais do mesmo".
O género Nicholas Sparks.
Mas não.
É intenso.
Emocionei-me.
Chorei.
E saí de lá a acreditar ainda mais no amor.
No amor profundo.
Incondicional.
No amor para além de tudo.
Da morte, das traições, das frustrações, dos orgulhos.
Principalmente, no amor ao próximo.
Um próximo com defeitos.
Humano, portanto.
Vale a pena.
Porque talvez a melhor coisa que deixamos nesta vida, quando dela partimos, é o amor que os outros sentem por nós.

1 comentário:

rainbow disse...

Tenho curiosidade neste filme...provavelmente irei vê-lo mais tarde na minha "sala de cinema"...